Sempre adorei o modelo em branco, mas, por incrível que possa parecer, já tive verdes, vermelho, preto, cinza ou mesmo pérola, mas branco nunca. Vamos lá ver se deste Verão não passa.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
E não é que chegámos à Era em que a vulgaridade dá dinheiro e status!
Há uns tempos falei da detestável Rihanna e as suas poses lânguidas com um microfone usado para fins pouco poéticos, vai que agora virou moda e a tonta do momento, Miley Cyrus, que não admite ser deixada para trás, faz uma actuação, no mínimo, de assumido mau gosto, durante a sua tour Bangerz que - cruz canhoto! - vai passar por cá.
Desculpem-me as pessoas que sofrem, infelizmente, de perturbações mentais, por aqui as chamar à conversa, mas esta menina parece-me um caso grave de fuga de manicómio. Demoraria uma eternidade a deter-me sobre a parda qualidade da sua música, de todo o show de fraco significado que artistas deste gabarito sustentam por esse mundo todo. Sinceramente, considero tão tonta a menina Miley como qualquer fã cuja idade ultrapasse os 15 anos. Nessa idade, já eu lia grandes obras da literatura, tinha responsabilidades várias e plena consciência do que era aceitável e do que ultrapassava todos os valores da moralidade. E vá, uma mãe que sabia incutir o que a uma senhora é de valor e o que se deve passar para trás das costas, porque seria de fazer corar qualquer profissional de prostíbulo. Se em tempos, se julgava uma mulher pelo seu passado e pelas escolhas menos abonatórias, hoje estamos todos muito polidos e não se julga ninguém, tudo é permitido e os comportamentos mudaram drasticamente no espaço de dez anos, se bem me lembro. Não que a minha geração seja consideravelmente mais abonada de gostos, mas não admitiu tão facilmente uma veneração cega a personalidades deste género.
A mais bela do mundo... ou não.
Lupita não se esforça minimamente pela etiqueta vulgar e traz de novo um brilho sofisticado para as passadeiras desse mundo fora. Talvez se deva às suas raízes mais simples, nas quais se vincula que uma senhora tem que saber sê-lo e comportar-se como tal, não lhe bastando, para isso, ter um bonito rosto e um corpo de estátua. Veste eximiamente, apresenta-se sempre bem, é detentora de um sorriso rasgado, daqueles que monopolizam o olhar e enternecem, não se entende muito bem porquê. Houvesse muito mais meninas assim para dar o exemplo, é o que vos digo.
O mundo do paranormal em Paranormal Witness.
Sou das pessoas mais céticas que conheço. Desde tenra idade me apercebi e tomou forma a imutável certeza de que vivemos uma só vida, que o mundo é aquilo que podemos enxergar com os nossos olhos ou sentir com os restantes sentidos. Que Deus, aquela maravilhosa invenção para não alastrar o desespero inerente ao homem, dava imenso jeito, mas que a mim não convencia.
Paranormal Witness é uma série documental, que relata a história de pessoas comuns, que, em determinado momento das suas vidas, se viram a braços com situações de turbulenta complexidade emocional, com objectos que mexem sozinhos à mistura, sons vindo não se sabe muito bem de onde, visões do próprio Diabo e com algumas abduções pelo meio, para tornar o enredo mais emocionante. Mesmo para quem possa considerar isso um absurdo de todo o tamanho, vale a pena ver. Não aconselho, no entanto, a gente sensível, demasiado impressionável.
domingo, 20 de abril de 2014
segunda-feira, 14 de abril de 2014
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