sábado, 4 de janeiro de 2014

Sapatos obrigatórios - stilettos


Tenho verdadeira admiração por sapatos rasos, para o dia-a-dia, sem canseira, pés moídos, pernas numa lástima. Ser prática tem tanto de feminina como vestir um bom black dress para uma ocasião especial. 

Carvela by Kurt Geiger
No entanto, isso não invalida que tenhamos alguns reforços lá por casa, nomeadamente os imortais stilettos. Para mim, não há sapato mais chic e elegante do que este. Fica bem em diversas toilettes, desde as mais sofisticadas às mais casual. Tenho um par que uso há mais de um ano, Carvela by Kurt Geiger, que comprei numa promoção fantástica e é impressionante a quantidade de vezes que os usei para saídas formais ou mais informais. Prestam-se a tudo menos para dias de trabalho/escola ou passeios pela cidade. Se optarem por um par de qualidade inquestionável, têm um verdadeiro aliado por anos a fico. Para as senhoras que ainda não têm, pois podem perfeitamente aproveitar os saldos e comprar uns stilettos bonitos, de cor neutra (que se preste a várias combinações), de salto indicado para as arrelias de cada pé e de material bom. 



De momento, talvez me perca por outro par. Pondero um modelo metalizado, branco, vermelho ou nude (dado que o clássico preto já tenho), para looks all black ou para misturas improváveis.  




quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Dourado arrojado.

Diana Kruger, como Helena de Tóia, em Troy de Olfgang Petersen

Já não é nova a paixão feminina pelos adereços de moda dourados. Jóias, carteiras, sapatos, brocados... O ouro ilumina até a tez mais pálida, aquece o look e contraria o pasmaceira de um monocromático. 
Não é à toa que as belíssimas mulheres que marcaram a história, usavam imponentes colares dourados, brincos, anéis pulseiras e tiaras. Vejamos Cleopatra, interpretada pela imortal Sra. Taylor, a exótica Rainha Olímpia, por Angelina Jolie, em Alexander, The Great ou mesmo Diane Kruger, na pele da fatídica Helena de Tróia. É bem verdade que se tratam de reconstituições cinematográficas, em grande escala, organizadas para massas - nem sempre fiéis à sua herança histórica -, mas há o cuidado de ser criterioso ao nível da caracterização, pelo que podemos, perfeitamente, beber inspiração nas suas personagens. 

Elisabeth Taylor, no filme Cleópatra, com papel homónimo, de  Joseph L. Mankiewicz

Como quem não tem cão, caça com gato, também hoje quem não tem meios para metais nobres, pode considerar materiais modestos, de qualidade aceitável. 





terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Fatos de alfaiataria para mulher.




Já há algum tempo que ando de olho num fato sóbrio, delicado, bastante feminino. A dúvida é se opto pelo minimalista preto ou arrisco em padrões e cores fortes.




Muito mau ar e afins.

Embora não me dedique a saídas na noite da passagem de ano, um cafezito é habitual, nem que seja para me obrigar a vestir a rigor para dar as boas-vindas ao ano vindouro. Como não sou pessoa de excentricidade, mantenho também todos ou outfits muito limpos e sóbrios, pelo que optei por umas calças estilo jogging pretas, um top de alças em crepe azul petróleo e um blazer branco e dourado. Com os adereços também dourados, uma carteira de boa qualidade e uns stilettos, não há maneira de errar. 
Efetivamente, se nos focássemos apenas no básico e despretensioso, talvez se cometessem menos erros. As meninas continuam a usar os pavorosos vestido bandage, de lycra de má qualidade, collants de vidro, saltos vertiginosos que arruinam a postura em segundos e todo um styling ao nível da maquilhagem e cabelos de bradar aos céus. Colorações a pedir manutenção, madeixas a lembrar os cabeleireiros Milu de bairro, maquilhagem exagerada e mal colocada. Blocos de base pelo rosto, ares pesados e um trago a menina que não se pode apresentar aos pais do namorado. 
Continua-se a dar mais valor ao pouco modesto, aos brilhos em exagero, aos tecidos de parda qualidade. Mas, minhas senhoras, até para vestir Zara é preciso ter-se porte. Uma mulher elegante, é elegante com Chanel, mas também não decepciona com fast fashion bem escolhido. A conjugação da deselegância com ares e trejeitos de meninas de maneiras dúbias, é desastrosa e, para ser sincera, já me canso de olhar para tamanhos disparates. 

domingo, 29 de dezembro de 2013

4 casacos obrigatórios.

Qualquer senhora tem a sua zona de conforto, as peças de predilecção e as cores que melhor convêm à sua tez. Para que nos saldos não nos percamos em desperdícios, é importante anotar os quatro modelos de casacos que se tornam obrigatórios no guarda-roupa de qualquer mulher. 

DKNY

Não há nada mais elegante do que um blazer bem escolhido para o nosso biótipo. Se não tiver nenhum, opte por um preto. Se já tiver um de boa qualidade neste tom, escolha uma tonalidade forte (azul turquesa, lilás, amarelo). 

Christopher Kane

O denim jacket é intemporal, embora funcione por ciclos. Volta e meia voltam a estar na moda, mas nunca saem do armário. Vestem bem com quase tudo e adaptam-se lindamente a uma toilette mais casual

Burberry

O perfecto ou o leather jacket propõe-se a qualquer estilo, qualquer faixa etária e cai bem a qualquer senhora, desde que bem coordenado. Não pode faltar no armário. É uma compra obrigatória para quem ainda não tem. Neste género de peça vale a pena investir sempre mais um pouco. 

Kenzo

Mais casual e jovem, o bomber jacket, reinventado, mais sóbrio, talvez, funciona lindamente em senhoras com estilo mais descontraído, podendo também prestar-se a misturas bastante interessantes com peças mais sóbrias. 

sábado, 28 de dezembro de 2013

Look a copiar # 2

Miroslava Duma é uma bela rapariga de traços delicados e exóticos, de cor trigueira e bonita compleição. Uma mulher real, sem pernas que parecem nunca mais acabar, com as suas curvas harmoniosas e um sorriso gentil. Sabe, para além do que a genética lhe emprestou, vestir-se como uma verdadeira senhora, sem exageros e trash à mistura. Qualidade, elegância, glamour, fazem das suas escolhas um modelo a seguir. 


Saia lápis com brocados ou lisas são uma aposta inteligente para qualquer mulher. Não há modelo de saia mais elegante do que a última. Uma blusinha delicada, branca, com bom ar, nunca erra. Combinadas com um sobretudo de bom corte e uns stilettos, não há margem para erro.