Tivesse eu dinheiro e não pensava duas vezes em comprar a Falabella faux brushed-leather bucket bag, de Stella McCartney.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Color me
Dizem os especialistas que o rosa vai ser a cor forte para o tempo quente. Na verdade, há imensas tonalidades de rosa, desde o pálido, quase porcelana ao quase fluorescente. Para mulheres de pele leitosa, o mais indicado é um rosa bastante assumido, bem forte para criar um paradoxo entre a tez e a roupa. Há também mulheres de pele muito clara que optam por rosas pálidos, pastel. Não fica mal, mas esmorece a figura a menos que a maquilhagem esteja irrepreensível e acabe por dar a luz que falta, nomeadamente um bâton vermelho ou um eyeliner bem definido.
As mulheres de tez trigueira ou negra devem optar pelos rosas mais delicados, embora não lhes seja proibido os tons mais fortes. A regra é mesmo criar ao seu gosto. Desde que se sinta bem, arrisque.
Looks monocromáticos, só me arrisco em preto, branco ou vermelho, mas há quem faça funcionar com o rosa. Bom senso e visual polido devem ter-se em conta, mas é possível criar visuais muito interessantes.
Não possuo uma única peça rosa no meu guarda-roupa. Talvez me aventure por uma ou outra peça, mas mais como apontamentos de cor com jeans e parte de cima branca ou preta, nuns sapatos bonitos ou numa carteira.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Zara - nova coleção.
Sou adepta do bom e duradouro, nem que para isso precisemos de comprar menos e mais caro. No entanto, é inegável que a gigante espanhola do fast fashion está melhor, com cuidados na escolha dos tecidos, com o corte das peças bem mais aprimorado e vale, por isso, a pena comprar um ou outro artigo que nos pareça de confiança.
Uma seleção dos pretos - sempre a minha cor de eleição.
Os últimos botins ficaram-me na cabeça, mas certamente com 100 euros (preço aproximado), consigo adquirir, em saldos, calçado de qualidade melhor. A ver vamos.
Para já, para já, talvez a carteira preta, em polipele, bem estruturada, pequena e elegante.
Sapatos que são verdadeiras tentações.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Má vizinhança.
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| Julliete Lewis em The 4th floor, de Josh Klausner. |
Já não é de hoje que tenho conhecimento do tipo de pessoas que habitam o prédio onde vivo. Maioritariamente indivíduos de baixa instrução, gente rude, com jeitos e manias do português falido. Também há gente de bem. Um casal simpático no primeiro andar - uma senhora de falas elegantes e um senhor muito polido -, mas fica-se por aí.
Ultimamente, o vizinho de baixo, incitado pela neurose e histeria da esposa, maça-me com assuntos pequenos e enfadonhos, do género ouvi-mo-la falar durante a noite, o volume da televisão está alto, evite usar o autoclismo (a sério?) e outros disparates de dimensão anedótica.
Ora está uma senhora descansada na sua vida, com os dois gatos e a cadela, sem ter até com quem conversar, usando de um quotidiano totalmente natural, sem disparates e embirrices à mistura, e leva com a boçalidade. Não há pachorra. No entanto, o que me exalta os nervos é o facto de saber que a senhora do andar de baixo tem dado um uso muito pouco nobre ao buraquinho da fechadura e escrutina a minha rotina. O marido, no alto da sua insignificância brejeira, teve o desplante de vociferar que havia chegado às tantas horas da noite, que usei saltos ao subir as escadas do prédio, que até me descalcei à porta, mas que acordei a senhora psicótica que divide a casa consigo. Para o que eu haveria de estar reservada, caros leitores.
Vai daí, é impossível não me lembrar do The 4th floor, de Josh Klausner, eu, pois claro na pele de Julliete Lewis e os meus estimadíssimos vizinhos do andar de baixo na pele de, façamos figas, algo menos assustador do que o psicopata das múmias.
domingo, 12 de janeiro de 2014
Em vista lá para os últimos dias de sados.
Há artigos, caprichos femininos, que devemos reservar para os últimos dias dos saldos, correndo, no entanto, o risco inevitável de saírem de circulação. Refiro-me àquele par de sapatos que vai usar poucas vezes, àquele jóia bonita e sofisticada, mas pouco prática para o dia-a-dia, àquelas clutches lindas de morrer, mas que só saem à rua uma ou duas vezes por ano... Por outro lado, há também os achados. Peças de qualidade, por lá perdidas, que podem, muito bem, ser o seu tamanho e ser aquilo que até já tinha desistido de procurar. Use os últimos dias com paciência, sabedoria e sensatez.
Porque sei que aos preços indicados, não vou encontrar melhor e pelas razões que identifiquei acima, tenho em vista alguns artigos.
Ana Sousa
Guess
Carvela
Zara
Claro está que não vou adquirir todos os artigos, porque a minha bolsa não suporta tanto. Mas se encontrar um ou outro, já me dou por satisfeita. A ver vamos.
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